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Animais de estimação, a melhor terapia

Já é notório o fato que os animais de estimação não só são grandes companheiros, mas também se tornaram o "remédio" indicado para vários males de nosso século. Mas os benefícios do animal de estimação não param por aí. Veja as várias vantagens apontadas pelos jornalistas da Revista Crescer.



BICHOS: POR QUE TÊ-LOS?

Por Bruna Menegueço, Cíntia Marcucci e Fernanda Carpegiani
Revista Crescer

 

Pode ser gato, cachorro, papagaio, peixe, periquito. Não importa. Conviver com um animal de estimação é um ensaio para lidar com a vida. Nas próximas páginas, você vai descobrir por que a infância fica muito mais gostosa com um bicho ao lado.

As 10 razões definitivas para você ter um amigo de estimação

Mamãe, papai e Totó... Segundo o veterinário Marty Becker, autor do livro O Poder Curativo dos Bichos (Ed. Bertrand Brasil), no vocabulário inicial infantil, cachorro e gato estão no mesmo nível de papai e mamãe – portanto, se o seu filho falou “au-au” primeiro que “mamá”, não precisa entrar em crise. E tem mais: entre as primeiras 50 palavras que uma criança diz, sete referem-se a animais de estimação. De onde será que vem toda essa magia que une pessoas e animais? Ora, ora, diante de tantos benefícios que eles trazem à nossa vida, fica fácil descobrir. Veja só: ter um bicho...
 

 Aumenta o senso de responsabilidade

Eles são fofos e estão sempre prontos para brincar, mas precisam de cuidados. É bom que você saiba que essa parte vai ficar com você, mas dá para combinar que seu filho será responsável por algumas tarefas – as mais legais e divertidas –, como a troca de água e as brincadeiras diárias, por exemplo. Até ele se acostumar, você terá de lembrá-lo, como deve fazer sempre para que lave as orelhas no banho. É assim que ele vai entender que, se não cumprir com a sua responsabilidade, o bicho poderá sofrer.
 

 Facilita a socialização

A companhia de um animal dá à criança a oportunidade de ensaiar para o contato com as pessoas e a gente não está falando aqui de tratar bicho feito gente. Juntos, eles aprenderão a respeitar o espaço um do outro. Enquanto o bicho estiver dormindo ou comendo, é fundamental que você ensine seu filho a deixá-lo quieto, caso contrário ele pode ficar nervoso. Afinal, quem não ficaria se fosse cutucado no melhor do cochilo? Se a criança for contrariada pelo pet, pode ser uma boa maneira de aprender a lidar com frustrações. Durante um passeio, muitas pessoas vão se aproximar para fazer carinho. Cachorro com criança, então, é combinar dois fatores atrativos enormes para começar um papo no parque. E seu filho vai interagir, você vai ver!
 

 Fortalece o sistema imunológico

Não faltam pesquisas para provar o quanto essa informação é verdadeira. Um levantamento de estudos feito por pesquisadores do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) confirma a melhora da imunidade de bebês e crianças. Segundo os cientistas, a companhia de um animal reduz as chances de desenvolver resfriados, problemas estomacais e dores de cabeça. Tudo isso acontece só de acariciar um bicho. Os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, aumentam, fortalecendo o sistema imunológico. Saúde à base de carinho. Em outro estudo, cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, afirmaram que crianças se recuperam mais rápido de doenças rotineiras quando têm um pet em casa.
 

 Previne alergias

Sim, é verdade! Um exemplo clássico são os bebês que vão para a creche muito cedo. Eles ficam mais gripados ou têm mais infecções de garganta. Mas, por outro lado, o organismo desenvolve um processo imunológico que, mais tarde, reagirá melhor ao entrar em contato com esses fatores. Com a alergia é a mesma coisa. Se o seu filho tiver contato com o animal desde pequeno, o organismo passará a tolerar mais as reações alérgicas. Um estudo coordenado por Joachim Heinrich, cientista do Instituto de Epidemiologia de Munique, na Alemanha, comprovou a informação. Na pesquisa, 3 mil crianças foram monitoradas desde o nascimento até os 6 anos. Exames de sangue mostraram que aquelas que conviviam com cachorro dentro de casa apresentavam menos risco de desenvolver sensibilidade a pelos, pólen, poeira e outros agentes alergênicos inaláveis do que crianças sem cães.
 

 Trabalha a autoestima

Quando percebe que o animal não precisa ser perfeito para ser amado – mesmo se é um cachorro que baba em tudo, ou um gato caçador que traz insetos de brinde para o dono –, a criança ganha mais um espaço para exercitar seus sentimentos. Assim, fica fácil para ela aceitar melhor seus erros e entender que sempre será amada pelos pais e pela família. No contato com os bichos, elas deixam os medos e as dificuldades de lado e dão risada, relaxam e se tornam mais tolerantes.
 

 Torna seu filho mais inteligente

Uma pesquisa feita pelo norte-americano Robert Poresky, professor de desenvolvimento humano e estudos de família da Universidade Estadual do Kansas, mostra que as crianças que têm um pet possuem um desenvolvimento cognitivo, social e motor superior à média. Outro estudo norte-americano, dessa vez da Universidade Davis School de Medicina Veterinária, mostrou que os cães podem ajudar no aprendizado da leitura. Faz todo sentido. Quando estão aprendendo coisas novas, em especial na etapa de alfabetização, é fundamental que as crianças tenham alguém amoroso ao lado, que não olhe feio se errarem. E o máximo que o cachorro pode fazer é abanar o rabo ou comer um pedaço do livro para dar uma animada na brincadeira.
 

 Desenvolve a capacidade afetiva

A companhia de um bicho mexe com o emocional, principalmente na infância, e faz nascer e crescer novos sentimentos. Cumplicidade, amizade, respeito, paciência e amor, do jeito mais sincero possível, e de ambas as partes.
 

 Reduz o estresse

Um animal de estimação faz (muito) bem ao coração também. Enquanto abraça, brinca e acaricia o pet, o organismo diminui os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumenta os de serotonina, substância responsável pela sensação de bem estar. Resultado: menos tensões, pressão controlada e menor risco de sofrer problemas cardiovasculares. E antes que você pense: “Socorro, meu filho tem tudo isso?”, acalme-se. São mesmo coisas de adulto, mas que podem ser prevenidas desde bem cedo, o que não é nada mal.
 

 Incentiva a fazer exercícios

Se o seu filho já tem mais de 5 anos, levar o cachorro para passear vai ser um dos pontos altos dessa companhia. Além de ser a desculpa que você precisava para tirar ele da frente da TV e exercitar mais do que os polegares no joystick. Uma pesquisa da St. George’s University, de Londres, Inglaterra, mostrou que nas famílias com cão as crianças dão 4% mais passos diariamente e os adultos 25%(!) a mais do que nas que não têm um bicho. Ou seja: é bom para todos em casa se mexerem mais e ficar mais saudáveis.
 

 Ensina sobre a morte

Muitas vezes, o contato com o animal é a experiência mais próxima da natureza que a criança vive. Quando o bicho morre, ela passa pelo luto e é capaz de entender o ciclo da vida. Aproveite esse momento para conversar sobre a morte. A melhor maneira de seu filho entender é explicar de uma maneira simples. Fale a verdade, mas na hora de responder sobre a tradicional pergunta: “Para onde ele foi?”, você pode usar a criatividade. Muitas acham que o pet virou uma estrela ou que foi para o céu... Nessa hora, o simbolismo é fundamental porque a criança vai entender o que aconteceu à maneira dela.

 

MITOS E VERDADES

 

Estou grávida e preciso afastar meu gato da minha casa

Não, mentira. Você vai ouvir isso de muita gente porque os gatos podem transmitir toxoplasmose, uma zoonose que pode causar má formação no feto. Mas o animal não é o principal responsável. Carnes malpassadas, frutas e verduras mal lavadas também são perigosas. Você vai ter de tomar alguns cuidados a mais, sim, e diminuir o contato e os carinhos ao bicho, mas não precisará abandoná-lo. A doença é transmitida por meio do contato com as fezes. Por isso, você não deve recolher a sujeira do bichano. Fique atenta, pois o autêntico banho de gato, feito com a língua, pode espalhar partículas pelo corpo. Banhos semanais diminuem o risco, embora gato e água não sejam melhores amigos, e não se esqueça de lavar as mãos após acariciar o pet. Se você ainda está programando a gravidez e tem um gato, pode fazer o exame de sorologia de toxoplasmose. Se o resultado for positivo significa que você já teve contato com a doença e o organismo reagiu bem, sem sintomas. Nesse caso, os riscos são bem menores. Converse com seu médico e com o veterinário de seu gato para tirar qualquer dúvida.
 

 Tanto cães quanto gatos precisam tomar vacinas todos os anos

Verdade. Para evitar a transmissão de doenças, cães e gatos devem ser imunizados anualmente. Os cachorros devem tomar a vacina contra raiva, gripe canina e a V8, que protege contra leptospirose, cinomose, adenovírus, coronavirose, parvovirose, adenovírus tipo 2 e parainfluenza, hepatite infecciosa canina. Gatos precisam tomar as vacinas contra raiva e quádrupla felina.
 

 Meu filho tem alergia e nunca vai ter um bicho

Em partes. Na maioria dos casos, a convivência com um animal só traz benefícios. Muitas vezes, a criança vai ter reações mais fortes no começo e depois passa a tolerar mais e a alergia diminui. Em situações crônicas, como asma ou outras alergias respiratórias, o contato pode, sim, ser prejudicial. Antes de decidir ter um pet, analise a reação de seu filho. Se durante a visita à casa de alguém que tenha bicho ele já começar a sofrer, use o bom senso. Agora, se o animal já estiver na sua casa, nem sempre é recomendável separá-lo da criança, pois a doença tem um fundo emocional. Nesse caso, a saída pode ser manter os pelos do bicho curtos e passar pano úmido no chão e nos móveis diariamente.
 

Meu cachorro toma banho toda semana. Por isso, pode subir na cama do meu filho

É mentira. Por mais limpo que o bicho seja, ainda assim é bom que eles não tenham acesso aos quartos da família. Os animais soltam pêlos, pisam no chão, no xixi, no cocô e acabam trazendo bactérias indesejadas. Eles podem passear por todos os cômodos, mas o ideal é que os quartos sejam preservados. OK, os veterinários e os pediatras sabem que muitos deles vão ficar na cama mesmo assim. Então, não descuide da frequência dos banhos.

 

 

Bruna Menegueço, Cíntia Marcucci e Fernanda Carpegiani. Bichos Por que Tê-los? Revista Crescer on line. Disponível em <http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI174168-10448-1,00-BICHOS+POR+QUE+TELOS.html>. Acesso em 04/01/2011.

 

 



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